volkan diyaroglu/ theory of almost everything / evliyagil dolapdere

THEORY OF ALMOST EVERYTHING / EVLIYAGIL DOLAPDERE / 2021

 

Placing yourself in front of a painting by Volkan Diyaroglu is a bold undertaking. The actual decision to look at his work, and to adopt a stance toward it, is in itself a chimera. One might perhaps describe any attempt to go to meet it as an illusory rapprochement. Or even, when the gaze puts up a resistance, we could speak of how the fabulous monster—lion’s head, goat’s body and dragon’s tail—overpowers the spectator. Volkan Diyaroglu’s works demand a willingness that could snap on the first viewing if one does not truly look, because the artist exacts a committed gaze, one that does nothing if not challenge the eye and all the places it leads to. After all, here, seeing goes much beyond a simple opening and shutting of the eyes and entails an exploration into the depths of the gaze.

 

José Luis Clemente, 2020

EU NUNCA EMERGI | EMERGIR PARA AFUNDAR / SACO AZUL

EU NUNCA EMERGI | EMERGIR PARA AFUNDAR / SACO AZUL / 2018

Volkan Diyaroglu é o artista escolhido para integrar mais um dos ciclos de residência artística do Maus Hábitos, no Porto, e estará até ao início de Agosto a criar um conjunto de obras inéditas que serão apresentadas naquela que será a sua vigésima exposição individual.

Explorando o duplo significado da palavra emergir, Volkan retrata o estado de emergência que se instala sobre a política e a economia mundial e os seus efeitos sobre o ambiente e o quotidiano dos cidadãos. Pela pintura, impressão digital e escultura, Diyaroglu reflete sobre a permeabilidade do tecido democrático às questões nacionalistas, ataques à liberdade e ao imperialismo monetário.

A iniciativa integra o ciclo Caravana, um projeto levado a cabo pela Saco Azul Associação Cultural e pelo Maus Hábitos em parceria com a Câmara Municipal do Porto.

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I EXHIBIT, THEREFORE I DIE / HARLAN LEVEY PROJECTS / 2015

If the sun doesn’t rise, all the madness stops.

The sacrificial blood of martyrs, as meaningless as a flag in the moon.

We watch the world melt over a late night kebab.

Lift our fingers.

Thank our mothers.

Learn each other all over again.

 

Harlan Levey